Lembro dos primeiros dias dos meus filhos em casa, depois de chegarmos da maternidade. Lindos, fofos, indefesos, e com aquelas unhas do tamanho de um grão de gergilim.
Dava medo só de pensar em cortar.
Logo percebi que as unhas dos recém nascidos cresciam super rápido. E que nessa fase da vida, a coordenação deles ainda não era das melhores. Se eu demorasse um dia a mais do que deveria para cortar suas unhas, eles arranhavam simplesmente todo o rosto.
Aí dava até vergonha de sair na rua, porque eles ficavam assim:
Fala sério…
Bom, aí os meses passaram e hoje em dia minha bebê já não se arranha mais.
Mas ela também não ajuda muito na hora de cortar a unha…
Porque bebês dessa idade não param quietos nem por 30 segundos.
Depois de uma certa idade, a gente acha que vai ficar mais fácil né? Que já com seus dois, três aninhos eles vão deixar você cortar as unhas deles calmamente, contando sobre o seu dia de escola…
Que nada. Meu filho pelo menos ODEIA cortar unha.
A gente tem que fazer em prestações:
FILHO: Mãe, essa mão hoje e a outra amanhã tá?
EU: Tá, o que você quiser. Só pelo amor de D’us deixa eu cortar essas unhas.
E quando eu tenho que cortar a unha do pé… é um desespero.
Parece que a gente está espancando o menino, de tão altos e sofridos que são os berros dele.
Ainda bem que unha do pé demora mais pra crescer…
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Pós post:
MARIDO: Ei, não é justo isso…
EU: O quê??
MARIDO: Você tem que falar para os leitores a verdade!! Há quanto tempo que você não corta as unhas das crianças????
EU: Hm.. é, tem razão. Então vou colocar “a verdade” como um acréscimo no final do post, pode ser?
MARIDO: Tá bom. Melhor. Quero meu mérito!!!
ADENDO DO FIM DO POST: Preciso confessar que hoje em dia eu não corto mais as unhas das crianças. De um mês pra cá isso se tornou uma tarefa do pai, oba!!





























