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Pijama na escola

O drama da vez é que minha pequena recusa-se a trocar de roupa para ir à escola. Toda manhã para tirar o pijama é um escândalo, com direito à lagrimas, gritos, fugas pela casa, etc.

O que é totalmente compreensivo: tirar o pijama quentinho de manhã cedo para se trocar é um martírio, vamos falar sério? Eu, se pudesse, passava o dia todo de pijama também. E mais algumas horinhas na cama. Mas a vida real não permite isso, a vida real obriga a gente a madrugar, escovar os dentes, vestir algo decente e estar em lugares nos horários certos.

Então lá vamos nós para a batalha diária que é vesti-la antes de ir pra escola… A luta é real. Envolve todo um trabalho de argumentação e convencimento, muito diálogo e paciência . Um tempo que certamente não dispomos em nossas corridas e atarefadas manhãs.

Sei que tem cara de birra, mas o sofrimento dela parece genuíno. Ela chora, as lágrimas escorrem nas bochechas gorduchas enquanto ela implora pelo pijaminha. E bom, meu coração mole de mãe diz: qual o problema de uma menininha de dois anos usar o seu pijama feliz e contente, oras? Não é algo que ela vá poder fazer pra sempre na vida dela.

Eu, por mim, deixava ela passar o dia de pijama mesmo.

Mas… vida real, né?

Às vezes ela aceita trocar a calça do pijama, mas faz questão de manter a parte de cima. O que pra mim já é uma grande vitória!

Às vezes, muito raramente, ela topa ir fantasiada de princesa da Disney

Mas não é o ideal, porque lá ela brinca na areia, com tinta e esses vestidos de princesa não são nada práticos.

Outra técnica que eu uso é contar a história da linda menina que só gostava de usar pijama, então as roupas dela, coitadas, viviam tão tristes e solitárias esquecidas na gaveta. Pobres roupas. Queriam tanto ser usadas. Queriam ver a luz do sol, passear, conhecer o mundo… (momento mamãe dramática em ação)

Às vezes funciona. E ela, relutante, diz:

Espero não estar traumatizando a menina…

E, bom tem dias, quando o apego está mais intenso e já estamos atrasados, que eu mando ela de pijama mesmo, com uma roupinha extra na mochila.

Não é o cenário ideal, mas é o que temos para hoje.

Essa semana, a escola mandou um bilhetinho na agenda “Querida mamãe, favor tirar o pijama e vestir roupa para vir à escola. Obrigada!”

Se fosse meu primeiro filho, eu me sentiria completamente julgada, a mãe mais relapsa do planeta. Mas como se trata do terceiro ser humaninho que coloco no mundo, só consigo pensar em responder algo como: “Nossa, ela foi de pijama? Que loucura, eu não percebi!! Na verdade, eu estou mandando ela de pijama deliberadamente, porque acho que integra o ambiente escolar e o familiar. Assim, a escola se torna mais íntima para ela. Aliás, pijama não é a última moda em Paris?”

Mas escrevo apenas: “Queridas professoras, tentarei! É uma dolorosa luta diária. Obrigada, Mamãe”

Pensando em imprimir e anexar este post na agenda dela amanhã….

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PS: Hoje ela foi com a parte de cima do pijama. Vamos que vamos. 

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Bala na hora do jantar?

É engraçado quantas histórias e diálogos começam na cozinha… Você já reparou? A hora de comer deve ser mesmo inspiradora.

Eu estava no fogão preparando o jantar quando minha pequena de dois anos apareceu animadamente com uma bala na mão.

Uma bala. Na hora do jantar.

Naturalmente, ela pergunta:

Seus olhos azuis me encaram profundamente, com toda a doçura do mundo. (Sabe, tipo cachorrinho abandonado?) Há uma bala tipo 7 belo na sua mãozinha estendida. É tão pequena e graciosa que dá vontade de falar: “Sim, é lógico que abro. Para você eu faço tudo, meu amor. Aliás, se você quiser a gente pode desencanar do jantar e sair agora mesmo comprar mais balas!! Vamos? Coloca um sapato e faz xixi! Partiu.”

Mas é óbvio que não digo isso. O modo mãe responsável e madura assume o comando e sou firme (com um toque de drama porque, né, senão não sou eu):

EU – Ai minha filha, aonde foi que você achou esta bala???? Agora não é hora de bala, né? É hora de jantar. Guarda para depois da janta, ok? Por favor.

E dando continuidade a meu papel de mãe adulta sensata, volto o foco para o meu brócolis refogando na panela.

Insistente, a pequena decide tentar a sorte com a irmã de seis anos – que estava ao meu lado num longuíssimo e detalhado relato sobre uma briga que rolou entre duas amigas hoje na escola.

FILHA MAIS VELHA (interrompendo o monólogo de duas horas relato): A mamãe falou que não pode.

UAU!! Estou chocada com minha moral!!  “A mamãe falou que não pode!”  Me sinto o poder em pessoa. A soberania da casa. Estou sem palavras, eu sabia que este dia ia chegar!

No entanto, a pequena, não contente com mais um não, decide tentar mais uma vez. Agora com o seu irmão mais velho – que é absolutamente apaixonado por ela e faz quase tudo o que ela pede sem pestanejar.

Ela tem total ciência disso, e venho percebendo que cada vez mais ela aprende a usar esse trunfo a seu favor.

Ele está na sala ao lado ocupado com um quebra cabeças de mil peças da floresta amazônica, e escuto-o perguntando:

FILHO: Mas a mamãe deixa? Você tem que perguntar pra ela.

Quase choro de emoção em cima da comida. Olha só!! Minha autoridade à mil! E eu achando que ninguém nessa casa me obedecia.

Escuto ela respondendo:

FILHA PEQUENA: Vou perguntar para a mamãe, ‘peraí’.

Uma pausa.

Aguardo, mas ela não aparece na cozinha. E não me pergunta nada.

E então consigo ouvi-la dizendo descaradamente para o irmão:

Ouço o barulhinho do papel sendo aberto. E ela consegue sua bala.

Determinação, a gente vê por aqui.

Autoridade, médio…

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Um belo dia

Um belo dia você acorda e percebe que dormiu uma noite inteira sem ninguém te acordar.

Que você até conseguiu tomar um banho tranquila, sem ninguém ficar te chamando do lado de fora.

Um belo dia você consegue voltar a ler. E a trabalhar. A malhar, a comer e ver sua série –quase- tranquilamente.

Ter até um tempinho de ócio.

Um belo dia você percebe que logo mais vai poder devolver aquele vaso de cristal na mesa da sala.

Um belo dia aqueles passinhos ligeiros e suaves no corredor se tornam passadas firmes e estrondosas.

E ninguém mais grita mãããe, acabei o cocô.

Um belo dia picoca vira pipoca.

E aquele dentinho que você comemorou tanto quando nasceu, cai.

Um belo dia ninguém te pede para ler um livro, porque já sabem fazê-lo por conta própria.

E aquela peça de roupa, que parece que cresceu junto com eles, de repente não entra mais.

Um belo dia eles ficarão com vergonha que você lhes dê um beijo na frente dos amigos.

E você irá se assustar com a altura deles. Com o jeito maduro/retraído/desenvolto/responsável/engraçado/sério/focado de serem.

Um belo dia eles sem querer dirão alguma verdade que vai te tirar dos trilhos e fazer repensar tanta coisa.

Sei que novos belos dias vão chegar. Eles sempre chegam, entre uma garfada e outra, depois do banho quentinho, ou naquele semáforo que sempre atrasa a gente para chegar na escola.

Desejo apenas conseguir apreciar esses belos dias com toda a beleza que cabe à eles.

Afinal, eles não são chamados de belos dias à toa.

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Doces na escola. Ou sobre como as coisas são e como deveriam ser.

Em todo lugar há regras.

E nós, como seres humanos do bem e civilizados, temos de segui-las, certo? Seja na vida, no mundo, no trabalho, entre família ou amigos.

Na escola dos meus filhos, por exemplo, há uma porção de regras. Não pode levar doces. Nem celular ou videogame. Não pode ir sem uniforme. Não pode “vender coisas”, ou chegar atrasado.

Eu, como mãe, faço o que está dentro do meu alcance para as crianças se manterem “dentro da lei”. Por exemplo, organizo para os uniformes estarem sempre à mão, e me responsabilizo pela gritaria correria de todas as manhãs para eles chegarem cedo na aula.

É um momento bem tranquilo do dia, onde tenho tudo sob controle:

(Sim meu filho é a personificação da desordem. Tadinho, puxou a mãe.)

Mas, milagrosamente, conseguimos chegar à tempo quase todo dia.

No entanto, há algumas coisas que fogem do meu controle. Por exemplo, a última moda na turma do meu filho (de nove anos) é levar mercadorias para vender na escola entre amigos. Mais especificamente, balas e pirulitos – pirulitos que viram chiclete valem mais. Também há vendas ilícitas de cards de Pokémon. De folhas de papel A4 (10 por 1 real), de figurinhas da Copa (se não é da copa do mundo, é da Copa América. Se não é copa América, é copa feminina, senão é Champions League.. Enfim. É um negócio sem fim.)

Numa rápida pesquisa sobre essas vendas, descobri que elas são sazonais e ocorrem apenas enquanto durarem os estoques. Ou seja, hoje o Gabriel* vende balas porque a tia deu pra ele um pacote no fim de semana. E o Pedrinho* vende figurinhas porque completou o álbum e sobraram muitas.

Enfim. O giro é rápido.

Naturalmente, meu filho queria participar desse mercado negro comércio interno, e eu, naturalmente, sentei e expliquei para ele que era proibido na escola. Argumentei que crianças lidando com dinheiro e mercadorias podia gerar confusão. Falei que esta prática fere dois itens da legislação do colégio: o que proíbe levar doces E o que proíbe vender coisas. Confere ao marginal praticamente uma pena de prisão perpétua.

E então ele me disse: 

Respondi que ele não é todo mundo (clássico, bingo pra mim). Que o que certo é certo. Que a gente tem que sempre seguir as leis, fazer o que é correto. Etc. Tentei botar moral no pedaço, sabe?

Mas mesmo depois de toda a conversa ele quis porque quis participar da economia escolar e, eventualmente, acabou tendo o seu momento de vender pirulitos que ganhou da avó (contra a minha vontade e ‘escondido de mim’)

Decidi deixar por conta da escola, afinal uma mãe precisa escolher suas batalhas.

O problema piorou quando minha filha de seis anos decidiu também entrar nessa onda. Antes, quando eu dizia para ela não levar doces na escola, ela obedecia. Mas essa semana no carro a caminho do colégio percebo que ela tem um pacote de balas na mão. Que ela ganhou – adivinha – da avó.

EU com voz acusadora: Filha, aonde que você vai com essas balas? (Me sentindo o próprio Lobo Mau para Chapeuzinho Vermelho)

FILHA: Ué, vou trocar com minhas amigas. Todas levam bala pra trocar.

EU: Trocar?

FILHA: É, trocar.

Na minha época trocávamos papéis de carta e selinhos.

Bom, mas pelo menos elas não vão vender.

EU:  Mas filha isso aí não é proibido pela escola? Não pode dar confusão?

FILHA: Não mãe. É tudo combinado: por exemplo, uma bala grande vale duas pequenas. Um pirulito também, porque dura mais.

Oras, até que elas são organizadas. Existem leis entre os fora da lei, afinal.

EU: Mas filha, não é proibido levar bala na escola??

Me deu um beijo e foi para o seu dia, deixando essa mãe que vos escreve um tanto estarrecida, pensando… será que não é cedo para eles descobrirem que nem sempre as coisas são como deveriam ser?

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* Todos os nomes deste texto foram alterados para preservar a identidade dos fora da lei personagens

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Sobre quando todo mundo pegou Influenza B

A primeira a ter febre foi minha filha do meio.

Foi um febrão, do nada. Seguido de um dia inteiro de total desânimo. Ela deitando pelos cantos da casa, sem vontade de brincar, bagunçar, comer e nem ver televisão.

A parte da televisão me preocupou.

Mas ela só queria ficar deitada, quietinha.

Levei ao hospital. Lotado, não havia nem onde sentar. Peguei-a no colo porque ela mal conseguia ficar em pé. Até sermos atendidas, o exame realizado, termos um diagnóstico e sermos liberadas para voltar para casa levou cinco horas. CINCO HORAS.

Tratamento: 5 dias do Tamiflu. Antitérmico para febre. Muito líquido. Dieta leve. Sem escola ou qualquer atividade por uma semana. E sem contato com os irmãos, principalmente com a irmã pequena, de apenas dois anos.

Sei. Só se trancafiá-la no quarto. Os três, apesar de brigarem direto, são super grudados.

Chegando em casa com ela, eu tento instaurar e manter uma política de isolamento, mas é só eu sair de perto deles por um minuto que quando volto, estão assim:

Maravilha! Bem na cara da irmãzinha.

E é tiro e queda. Dois dias depois, adivinha quem está com febrão? Pois é. A pequena.

Eu, já mais esperta, responsável e experiente, vou ao hospital com um pedido de exame em mãos, para não pegar a monstruosa fila como da outra vez. Mesmo assim, todo o processo leva um tempo, onde brincamos e desenhamos com aqueles brinquedos e giz de cera contaminados da sala de espera do hospital.

Afinal, ela já está doente mesmo né.. fazer o quê. Que brinque com as coisas

Diagnóstico: Influeza B.

Voltamos para casa, e, enquanto estou na cozinha preparando um suco de laranja para as minhas agora DUAS pacientes, meu filho mais velho aparece meio cambaleando e diz, baixinho: “mãe, não estou me sentindo muito bem”.

“Ah, nãooooo filho!! Você também?????”

Mas só de tocá-lo consigo sentir a fervura de sua pele. Dou um abraço. Penso comigo que ele nem precisa fazer exame, seu diagnóstico é mais do que óbvio.

Nesse momento estou sem ação, me sentindo uma espectadora em uma comédia tragicômica. Mas é lógico que vamos fazer o exame. De novo. Mais uma ida ao hospital.

O manobrista já inclusive virou meu ‘brother’, e fez até piadinha:

Engraçadinho. Pergunto para ele se a terceira vez não pode ser por conta da casa (#engraçadinha).

Enquanto esperamos para sermos atendidos, brinco com o meu filho que ele e as irmãs podiam ter combinado de ficar doentes juntos para a gente economizar a viagem e irmos todos ao hospital de uma vez só, em vez de se revezar. Ele ri. Eu rio. E seguimos para a sala de exames. Só para tirar a dúvida do diagnóstico.

Que deu positivo.

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A Vacina da Febre Amarela

Se você mora no Brasil, deve lembrar-se daquele surto da vacina da febre amarela, no ano passado. Lembra?? Todo mundo aflito atrás de uma dose para chamar de sua, os jornais noticiando as filas quilométricas e o desespero.

Fiquei com dó das crianças, que acabaram entrando nessa onda (porque eles são esponjas, escutam os pais comentando, ouvem no rádio, tv, etc, e quando a gente vai ver eles estão fazendo mil perguntas pertinentes e sabendo de tudo), mesmo sendo muito mais informação do que a cabecinha deles é capaz de processar.

Tadinhos. A imaginação não tem fim.

Sempre tem aquela parcela da população que é super precavida e responsável, que consegue perceber quando haverá uma crise ou um surto de vacinas e se antecipam. (Quem são essas pessoas? Aonde vivem? Do que se alimentam?).

Elas dizem coisas como:

Eu, óbvio, não faço parte deste seleto grupo de seres humanos. Não. Por motivos que fogem da minha compreensão, eu acabo procrastinando e sempre deixo para última hora. E quando dou por mim já não há mais a tal da vacina.

Lembro de ter tentado de todas a maneiras: acordar as crianças cedo e chegar horas antes de abrir o posto. Em vão. A fila virava o quarteirão, subia a avenida e já não havia mais senhas. Não contente, liguei em todos os particulares que conhecia e a resposta era sempre a mesma: acabou e estamos sem previsão de chegada. Talvez em março.

E as filas eram tão grandes, mas tão grandes, que se tornaram referência na cabeça do meu filho. Até hoje, quando vemos pessoas enfileiradas num restaurante, no ponto de ônibus, na casa lotérica, etc, ele comenta:

Acabei conseguindo (em março) a bendita vacina.

Todos tomaram, mas até hoje falam no assunto. Me pergunto quando irão esquecer…

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Brincar de cabana

Você brincava de fazer cabana quando era pequeno?

Essa é uma brincadeira muito fácil e é SEMPRE um sucesso. Se você por acaso não teve infância não a conhece, consiste em pegar um lençol antigo (ou uma manta, toalha, o que tiver disponível) e tentar esticá-lo do jeito que der, prendendo-o entre dois móveis, como por exemplo entre dois sofás, formando uma cabana embaixo. Os pequenos piram nisso, colocam a imaginação para trabalhar.. é muito legal.

E no fim, eles acreditam piamente que a cabana deles ficou assim:

Quando na verdade ela é algo assim:

Mas tudo bem né? O importante é eles felizes. E a criatividade à mil.

Eu lembro que brincava MUITO disso com meus irmãos quando era pequena. E hoje em dia meus filhos adoram essa brincadeira também. Tem dias em que eles estão mais inspirados e ficam horas desenvolvendo as melhores técnicas de deixar a cabana esticada e grande (antes de começarem a se matar discutir pela decoração/disposição/espaço/móveis/qualquer assunto da cabana. O que sempre acontece depois de um certo tempo de brincadeira).

Um fator determinante para que ela seja considerada uma cabana de sucesso é se eles conseguem fazer com que fique tudo escuro lá dentro. Logicamente, essa é uma façanha praticamente impossível, mas eu finjo que tento ajudá-los, e fica tudo certo. Depois de um certo tempo tentando eles desistem.

Aí, uma vez montada essa elaborada tenda, eles curtem mobiliá-la, levar livros, lanternas, uma maçã cortada, travesseiros e cobertores, e juram que essa noite sim, eles vão dormir nela.

Bom, essa semana eu estava compenetrada numa leitura enquanto eles montavam uma cabana. Nesse dia em especial os dois estavam super focados e em sintonia, a brincadeira já durava horas sem brigas (o que, como meus leitores já sabem, é uma raridade aqui em casa). Quando de repente eu escuto meu filho de 9 anos comentando com minha filha de 6:

FILHO: Agora só falta fazer um bloquinho de Wi Fi e está pronta.

Um bloquinho de wifi?? Estou intrigada.

EU (precisando me meter no papo): Com assim filho, um bloquinho de wifi? Tipo um modem?

EU: Entendi… e usar o google pra quê por exemplo?

FILHO (após um momento de reflexão): Ah, para se eu precisar pesquisar como fazer fogo, por exemplo.

EU (morrendo de rir): Então tá.

Apresento à vocês caros amigos, a nova geração de montadores de cabanas. Elas são super tecnológicas vêm com wi-fi embutido. Só não possuem fósforos, isqueiros ou boca de fogão.
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*Meu filho fala “desencana”.. o seu também? Acho uma linguagem descolada demais para um menino de nove anos…